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Webinar Mindset 1 Startups

A Nahas Sociedade de Advogados, escritório focado nos seguimentos de entretenimento e no ecossistema da inovação, promoveu nesta terça-feira (12), o Webinar Mindset 1 | Startups.

O intuito do encontro foi trazer provocações de novas alternativas para startups e comunidade SaaS. Estavam presentes, os empresários: Rafael Vieira, Events; Stefano Frontini, A55; Daniel Arcoverde, Netshow.me; Raphael Tristão e Fellipe Zullino, da Archademy; João Marcelo Alves, Meddriven; Anderson Pádua, Stayapp, Marcelo Mendes, da Adriana Figueiredo Cuso; Danilo Gonçalves, da Alana Inteligência Artificial; e Luiz Fernando Gibram, da GCSEC.

Com pronunciamento de Rodrigo Bruno Nahas, fundador e sócio-diretor do escritório, o evento contou com a presença (on-line) de representantes de startups early e growth stage de parceiros e clientes que puderam falar sobre suas iniciativas e trocar experiências durante o encontro.

Stefano Frontini, da A55, finctech parceira da Nahas Sociedade de Advogados, falou sobre a fintech e apresentou oportunidades de fins de incentivo ao setor de inovação e SaaS.

“Atuamos como uma fintech que une os investidores às possibilidades de investimentos. Já temos esse ano uma procura de investidores offshoots, posicionados em dólar/euro, que acham extremamente vantajoso aplicar no Brasil”, explica Stefano.

O empresário contou também que 2019 foi um grande ano para A55.

“Tivemos mais de 50 clientes, financiamos mais de 100 milhões em crédito. Desses 100 milhões, 50 já foram pagos. Essas empresas que analisamos deram matchs e eram boas análises que conseguiram repagar. Com isso, nosso portfólio cresceu em média 50%”, conta.

“Nossa NPL, métrica de inadimplência, é muito baixa. Quando você fala de uma fintech em banco, eles operam com NPL de 10 a 12%, enquanto o nosso está em 3%, devido a esses modelos que tanto acreditamos. Nós, inclusive, fomos um dos selecionados no BoostLab do BTG Pactual, um programa do Banco BTG Pactual para conexão e potencialização de startups em nível avançado, com grande possibilidade de crescimento”.

“Nós queremos oferecer mais do que o crédito, porque se oferecermos só o crédito sem se tornar um parceiro, a gente agrega pouco valor. Então criamos no produto, mecanismos de ajudar os empreendedores a não necessariamente dar passos maior que a perna. Nós temos conversas muito próximas para que essas startups não se endividarem muito, para ter um controle de juros etc., e, consequentemente temos dado super certo”, finaliza falando sobre os valores da fintech.

“A questão de não ter que comprovar a necessidade de uma folha de pagamento muito grande, na maioria dos benefícios oferecidos pelo BNDS, uma vez que a pejotização é normal no setor de tecnologia e inovação é um pressuposto nas startups early stage e até startups mais broken stage. Isso passa a ser mais uma barreira de mecânicas de incentivo, a necessidade de um excesso de formalismo que não é típico desse nosso ecossistema”, complementou Rodrigo Nahas, fazendo um adendo ao raciocínio de solução da A55, citadas por Frontini.

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